Arca do Sabor na Rede Globo – DFTV 1a. ed

A nossa Chef de Cozinha, Alessandra Brant deu uma entrevista sobre o Slow Food que saiu hoje no DF TV. Pena que na edição não saiu tudo o que foi falado, mas o bom é que a reporter complementou a idéia com todas as informações passadas fora da gravação. Veja mais em:

http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1654390-10039,00-SLOW+FOOD+GANHA+FORCA+NA+CIDADE.html

Slow Food ganha força na cidade
Depois do fast food – a comida de preparo rápido – a nova moda é o slow food. O prazer de comer devagar, apreciando o gosto de um bom alimento e a boa companhia.

Para muita gente, as refeições são assim: correndo. “Dá só uma dentada e engole e já vem a outra em seguida”, diz uma mulher. “Em 15 minutos eu já comi tudo”, destaca um homem.

Em um restaurante, o gerente tenta desacelerar os clientes. O conselho é comer devagar e a recomendação está nas paredes, em 39 línguas. “Lembra que deve dar 32 mastigadas em cada garfada, uma para cada dente. Você automaticamente come menos, porque cérebro satisfaz mais rapidamente”, conta o gerente de restaurante Rubens Mazer.

Um movimento que surgiu nos anos 80 na Itália também defende um ritmo mais lento à mesa, é o slow food, que prega o prazer de preparar e consumir os alimentos, sem pressa e sabendo de onde eles vêm. “O respeito pelas pessoas a sua mesa, onde você oferece o que tem de melhor. Então você tem de valorizar o carinho, da convivência do ser humano, que hoje em dia as pessoas tão perdendo”, ressalta a chefe de cozinha Alessandra Brant.

Quem consegue ter esses cuidados na hora de comer garante que os benefícios aparecem logo. “Todo seu organismo sente a melhora, principalmente em relação ao trânsito intestinal, dormir melhor. Enfim, afeta todo o funcionamento do seu corpo”, diz a enfermeira Cristine Aguiar. “Melhora a digestão dos alimentos, diminui incidências de úlcera, gastrite e refluxo, que com a mastigação melhora bastante”, completa a nutricionista Ana Paula Lamounier.

O slow food incentiva também o consumo de alimentos regionais e produzidos por pequenos agricultores. O produtor rural Laurindo de Castro é exemplo de produção saudável. Na chácara dele, na área rural de Brazlândia, é tudo natural. “São orgânicos, não tem adubo químico, nem agrotóxico, é natural. A higiene é rigorosa, e os produtos são embalados de acordo com a exigência do Ministério da Agricultura. A nossa preocupação é produzir alimentos de primeira qualidade, queremos vender vida e não doença para pessoas”, fala.

Outras informações sobre slow food, acesse o site www.slowfoodbrasil.com

Luísa Doyle / Lúcio Alves / Luiz Gonzaga Pinto

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